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Conta de luz fica mais cara em maio com bandeira amarela

Acréscimo começa a valer no próximo mês e pode pesar no bolso dos consumidores.

A conta de luz ficará mais cara em maio, com a adoção da bandeira tarifária amarela, anunciada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A medida passa a valer já no próximo mês em todo o país e prevê um custo extra de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, o que deve impactar diretamente o valor final pago pelos consumidores. Diante desse cenário, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) orienta os consumidores a adotarem hábitos mais conscientes para evitar um aumento ainda maior na fatura.

Dicas para reduzir o consumo

De acordo com o engenheiro de Eficiência Energética da Cemig, Welhiton Adriano de Castro Silva, pequenas mudanças no dia a dia podem fazer diferença no consumo mensal. “O consumo de energia depende, basicamente, da potência dos equipamentos e do tempo de uso. Por isso, ajustes simples na rotina podem reduzir o gasto e evitar aumento na conta ao fim do mês”, afirma.

Entre as principais recomendações estão: 

  • Chuveiro elétrico: evitar banhos longos e utilizar a posição “verão” ou “morno” pode gerar economia de até 30%. O equipamento é um dos principais responsáveis pelo consumo elevado, especialmente com a chegada do frio;
  • Geladeira: abrir a porta com menos frequência e não guardar alimentos quentes ajudam a reduzir o gasto. Em dias mais frios, também é possível ajustar o termostato;
  • Eletrodomésticos: utilizar máquinas de lavar e ferro elétrico com carga máxima evita ciclos repetidos e reduz o consumo;
  • Modo stand-by: aparelhos ligados à tomada continuam consumindo energia mesmo desligados. A orientação é retirá-los da tomada quando não estiverem em uso;
  • Eficiência energética: optar por eletrodomésticos com selo Procel A e substituir lâmpadas por modelos LED pode gerar economia de até 75% na iluminação.

Como funciona a bandeira tarifária

Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias indica as condições de geração de energia no país e é aplicado a todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional. Quando a bandeira é verde, não há cobrança adicional. Já nas bandeiras amarela e vermelha, há acréscimos na conta, que variam conforme o custo de geração.

Segundo a Aneel, a mudança ocorre por causa da redução das chuvas na transição do período chuvoso para o seco, o que diminui a geração de energia nas hidrelétricas e exige o acionamento de usinas termelétricas, que têm custo mais elevado. Desde janeiro, o país operava com bandeira verde, sem custo extra.

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