Um dos símbolos mais importantes de Lavras, a centenária árvore Tipuana, voltou ao centro das atenções ao ser tema de um debate que reuniu diversas instituições da cidade na semana passada.
A situação da árvore, que recentemente passou por um processo de análise estrutural, foi um dos principais assuntos discutidos durante o 1º Encontro Municipal: Mudanças Climáticas e Mapeamento de Riscos em Lavras.
O evento, fruto de uma parceria entre o Centro Universitário de Lavras (Unilavras), a Universidade Federal de Lavras (UFLA) e a Prefeitura de Lavras, foi coordenado pelo professor José de Arimatéia Dias Valadão, do Departamento de Administração Pública (DAP/UFLA). Ele conversou com a reportagem do Curta Lavras.
Durante o encontro, foram abordadas possíveis intervenções, clonagens e até uma eventual substituição da Tipuana, árvore considerada o “coração” da Praça Dr. Augusto Silva, que encanta visitantes e gerações há décadas. Um questionário foi divulgado para que a população possa dar a sua visão sobre a árvore. Qualquer pessoal pode responder à pesquisa aqui.
Além da situação da árvore centenária, o evento também discutiu os impactos e a vulnerabilidade do município diante das mudanças climáticas. Atualmente, Lavras possui 41 áreas de risco geológico e hidrológico, e a condição das árvores é uma das principais preocupações das autoridades.
Nos últimos cinco anos, a Defesa Civil registrou um aumento expressivo nas solicitações de vistoria: 123 em 2021, 148 em 2022, 207 em 2023 e 185 neste ano.
















