O Unilavras recebeu o Selo de Instituição Comprometida com a Empregabilidade 2026, reconhecimento concedido às instituições de ensino superior participantes do Indicador ABMES/Symplicity de Empregabilidade (IASE). A iniciativa é realizada pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), em parceria com a Symplicity, e acompanha a trajetória profissional de recém-formados e sua inserção no mercado de trabalho.
Na edição de 2026, o levantamento contou com 10.317 egressos de 99 instituições, a maior base desde o início da pesquisa. Foram considerados profissionais que concluíram a graduação entre julho de 2024 e junho de 2025, acompanhados entre nove e 20 meses após a conclusão do curso. Entre os participantes do levantamento nacional, 85,2% estavam trabalhando e 67,2% atuavam diretamente na área de formação.
A coleta de dados ocorre por meio de questionários padronizados enviados aos ex-alunos, permitindo comparar indicadores relacionados à situação profissional, vínculo de trabalho, renda e atuação na área de formação. O IASE foi estruturado para criar uma referência nacional de acompanhamento de egressos e oferecer às instituições dados que apoiem a avaliação de seus programas formativos e das ações de aproximação com o mercado.
Para o Unilavras, o reconhecimento evidencia o compromisso institucional com o acompanhamento da trajetória profissional dos egressos e com o uso dessas informações para aperfeiçoar iniciativas relacionadas à formação, carreira e conexão com empregadores. Esse trabalho também se traduz em ações voltadas aos estudantes ainda durante a graduação, como a Semana de Oportunidades e Carreira, que aproxima alunos, profissionais e empresas da região.

Essa conexão entre formação acadêmica e experiência profissional já faz parte da trajetória de Luiza Cardoso da Locha, estudante do último período do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Unilavras, com formatura prevista para fevereiro de 2027. Atualmente, ela atua como engenheira de dados júnior na GaussFleet e também desenvolve atividades na área de Business Intelligence (BI).
Para Luiza, o estágio teve papel decisivo em sua entrada no mercado e abriu caminho para que assumisse responsabilidades na área de dados ainda durante a graduação. “Uma conquista muito marcante foi conseguir atuar na área que mais gosto dentro da tecnologia e assumir responsabilidades complexas de infraestrutura de dados logo cedo. Ter autonomia para gerenciar soluções de BI que impactam a operação da empresa, tudo isso ainda durante a graduação, é algo que me deixa muito feliz”, conta.
A estudante destaca que a formação prática contribuiu para sua adaptação às demandas profissionais. “A base técnica das disciplinas me deu a segurança necessária para chegar no ambiente de trabalho sabendo seguir metodologias e dominar as ferramentas e linguagens de forma totalmente prática”, afirma.
Entre as experiências que mais contribuíram para sua preparação, Luiza cita os projetos desenvolvidos nas disciplinas, a participação no GEPID, as atividades ligadas à inovação e o acompanhamento dos professores. Segundo ela, essas vivências proporcionaram contato com problemas reais e elevaram o nível de exigência durante a formação.
A experiência da estudante dialoga com um dos pontos destacados pelo próprio IASE 2026: os dados nacionais identificaram uma relação entre o apoio à carreira oferecido pelas instituições e a atuação profissional dos formados em suas áreas de graduação. Para a ABMES e a Symplicity, acompanhar a trajetória profissional desde a formação permite direcionar ações de carreira e fortalecer a aproximação entre estudantes, instituições e mercado de trabalho.
















