Descalça no palco e gigante na arte. Vanessa da Mata conduziu a plateia por uma viagem de sentimentos, ritmos e brasilidade.
Por: Marco Bissoli
Desde que surgiu como um dos principais nomes da música brasileira nos anos 2000, com seu álbum homônimo, Vanessa da Mata continua a ser uma esfinge, cheia de mistérios, energia e talento como compositora e cantora.
Ao pisar com seus pés descalços no palco do Festival Wine, Cheese, Beer & Love neste sábado (14), a artista, a exemplo de Maria Bethânia e Clara Nunes, duas musas referenciais em sua carreira, mostrou ao que veio ao público presente no Shopping Cidade da Serra. Uma noite verde e amarela, para coroar a fraca estreia da Seleção Brasileira do Futebol contra ade Marrocos na Copa do Mundo 2026.

Pés descalços no palco, voz potente e uma entrega intensa. Uma performance memorável que encantou o público presente.
Vanessa deu o seu melhor: viajou por suas canções pop pegajosas, como “Boa Sorte/Good Luck”, “Amado”, “Ainda Bem”, “Ai, Ai, Ai…” e “Não Me Deixe Só”, uma mistura glamorosa de romantismo e brasilidade.
“Natural Mystic”, um dos clássicos do rei Bob Marley, veio à tona em uma versão vigorosa, amparada por sua banda e pelos backing vocals , sem abrir mão de uma versão intimista de “Por Que Brigamos”, sucesso dos anos 70 na voz de Diana.
No caldeirão de Vanessa cabe o interior profundo do Nordeste, como a voz do morro carioca autêntico, em belos sambas repaginados. Uma noite memorável, com sua presença feminina agridoce e poderosa, dialogando com o público e dando o seu melhor.
Vanessa da Mata foi sereia, encantando a plateia com sua voz, sua musicalidade e seu carisma.
















