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Operação ambiental flagra pesca predatória próximo à Usina do Funil

Operação da PM de Meio Ambiente apreendeu 52 kg de dourado durante ação contra pesca ilegal no Rio Grande.

A Polícia Militar de Minas Gerais, por meio do Grupamento de Polícia Militar de Meio Ambiente de Lavras, desencadeou, na madrugada desta segunda-feira, uma operação repressiva de combate a pesca ilegal no Rio Grande.

A ação policial aconteceu nas imediações da Usina Hidrelétrica do Funil no trecho compreendido entre o barramento do empreendimento hidrelétrico e a ponte ferroviária de Ribeirão Vermelho, área onde as normas ambientais do estado de Minas Gerais proíbem completamente a pesca.

Ao deflagrar a operação, os infratores que atuavam de forma predatória na captura de dourados, lançaram-se nas águas na intenção de fugir da abordagem policial. Ao todo foram flagrados 6 indivíduos no ato ilegal, todos utilizando máscaras ou outros artefatos para esconder o rosto e assim dificultar suas identificações (indicando, também, o pleno conhecimento da ilegalidade dos fatos). As ações de identificação e rastreamento dos autores continua, por intermédio de operações policiais desencadeadas pela 5ª Companhia de Polícia Militar de Meio Ambiente de Lavras, com o foco em prender os autores deste crime.

Ao todo a ação policial apreendeu 09 peixes da espécie dourado que totalizaram 52 kg de pescado, além de 01 barco, 01 bicicleta, 03 conjuntos de caniço e molinete e mais grande quantidade de sarapós (iscas), chumbadas e anzóis.

É importante ressaltar que pescar em lugares proibidos configura crime ambiental (Lei 9605/1998), cuja pena prevista pode chegar à detenção de três anos, além das multas correspondentes. Tanto a pesca amadora, quanto a pesca profissional possui regras, e a Polícia Militar orienta os praticantes de pesca que procurem informações sobre os locais, modalidades, restrições e regras da bacia local.Os autores pularam no rio, mas todos foram vistos às margens posteriormente. Como adentraram em meio a vegetação de mata atlântica, a prisão imediata ficou prejudicada, mas o rastreamento continua.

Em virtude do lapso temporal das ações policiais, o pescado foi descartado, pois não havia condições sanitárias para o consumo humano/doações.

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