Exposição “Maternar” reúne afeto, ancestralidade e criação – Fotos Monique Olive.
A Casa da Cultura recebe a exposição “Maternar”, da fotógrafa mineira Monique Olive, inaugurada nesta segunda-feira (11). A mostra integra a programação especial do Dia das Mães promovida pelo Governo Municipal e fica em cartaz até a próxima sexta-feira (16), com visitação gratuita em horário comercial, das 8h às 18h.
A exposição reúne séries fotográficas que transformam afeto, cuidado e ancestralidade em imagens sensíveis sobre a maternidade e os processos de transformação da mulher. Natural de Belo Horizonte e residente em Nepomuceno, Monique desenvolve um trabalho voltado à investigação do inconsciente feminino, especialmente no período materno e nas transições da vida da mulher. Com formação em biologia, fotografia e hipnoterapia, a artista constrói uma narrativa visual marcada por sensações, texturas, simbolismos e forte conexão emocional com as pessoas retratadas.

Reconhecida internacionalmente, a fotógrafa mineira Monique Olive apresenta um olhar íntimo e humano sobre a maternidade.
“Maternar” apresenta as mini séries “Gestar”, “Parir”, “Criar” e “Fiar”. Em “Gestar”, a fotógrafa retrata a gravidez como um território de potência, delicadeza e criação da vida. Já “Parir” revela o parto em sua dimensão mais humana, marcada pela força ancestral, acolhimento e transformação. A série “Criar” aborda os vínculos construídos entre mães e filhos através do cuidado, do apego e da presença cotidiana. Em “Fiar”, Monique propõe uma reflexão sobre ancestralidade, questionando as influências herdadas de mães, avós e mulheres da linhagem materna na construção da maternidade contemporânea.
Algumas das obras já receberam reconhecimento internacional, com selos da Vogue, AlfaAwards e FDF Brasil. A série “Fiar” também integra o projeto “Madonnas e Fridas”, coordenado pela artista Ana Sabiá, ao lado de um coletivo de fotógrafas que discutem arte e maternidade como expressão política e social.

Em cartaz até sexta-feira (15), a mostra convida o público a mergulhar na criação.
Mais do que uma homenagem ao Dia das Mães, “Maternar” convida o público a enxergar a maternidade em sua dimensão mais humana: um gesto contínuo de criação, entrega, memória e existência.
















