Durante coletiva que marcou o anúncio da criação de um consórcio interestadual de segurança pública, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), comentou sobre a megaoperação nos Complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, que terminou com 121 mortes.
Zema classificou a ação como “extremamente bem planejada e bem-sucedida”, lamentou a morte de quatro agentes e afirmou que “quem ocupa território é terrorista”. O governador comparou as facções criminosas a uma “ideologia” que atrai jovens por meio da cultura, da música e do estilo de vida.
O governador do Rio, Cláudio Castro, também defendeu a operação e propôs que a sede do novo consórcio da paz seja no Rio de Janeiro. Ele afirmou que, em países como Paris, Londres e Nova York, quem porta fuzis é considerado terrorista.
Segundo o governo fluminense, a operação resultou em 117 suspeitos mortos, 113 presos e 118 armas apreendidas, incluindo 91 fuzis.
















